A Respiração e o Diafragma

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A Respiração e o Diafragma

“A respiração é a ponte que liga a vida á consciência, que une seu corpo e seus pensamentos”. (Thich nhat hann).

Hoje comentarei um pouco sobre o diafragma – principal músculo da respiração.

Na  Grécia antiga chamavam-o de Phrenos: “lugar aonde se reúne todas as possibilidades de expressão do ser humano”.

O diafragma separa a cavidade torácica da cavidade abdominal; origina-se no final do tórax e é constituído por 3 partes (didaticamente): parte esternal, costal e lombar. A esternal recobre a face posterior do apêndice xifoide. A parte costal rodeia as superfícies inferiores das cartilagens costais e parte adjacente das 6 últimas costelas bilateralmente, se entrelaçando com a origem do músculo transverso do abdômen. A porção lombar consiste de um pilar tendinoso direito e esquerdo, os pilares se entrecruzam com o ligamento longitudinal anterior da coluna vertebral e se inserem na face anterior dos corpos vertebrais lombares e discos intervertebrais. A inervação do diafragma dá-se pelos nervos frênicos direito e esquerdo.

A contração do diafragma faz com que ele descenda – aplana-se, impulsionando as vísceras abdominais, este aplanamento faz com que a cavidade torácica aumente verticalmente. Não somente o diafragma participa da respiração, os músculos intercostais também possuem seu papel. Na inspiração os intercostais externos se contraem elevando as costelas, enquanto que os músculos intercostais internos participam da espiração.

Os movimentos respiratórios são rítmicos; no adulto em estado de repouso, são de 16 a 20 movimentos por minutos, e nas crianças cerca de 60 por minutos. Em casos patológicos e em pessoas extremamente sedentárias, esta frequência também aumenta.

Dois tipos de respiração são possíveis: 1) abdominal, 2) torácica.

O diafragma é um músculo essencial para os seguintes processo fisiológicos: 1) processo de fonação; 2) “motor” das vísceras; 3) favorecer circulação venosa; 4) atua favoravelmente ao processo digestivo.

Importante enfatizar que o diafragma intervém nos ritmos emocionais pois conecta-se com o sistema nervoso simpático (acelera o ritmo respiratório e cardíaco – “alarme”) e parassimpático (diminui o ritmo respiratório e cardíaco – “relaxamento”).

O diafragma se move involuntariamente para manter o ciclo respiratório, mas também podemos intervir voluntariamente sobre seu movimento para modificar um estado emocional – passar do sistema nervoso simpático (“alarme”) para o parassimpático (“relaxamento”); e conseguimos isto por meio de técnicas respiratórias, que podem ser aprendidas em aulas, métodos como o yoga, meditação e pilates.

Um diafragma encurtado, fraco, é igual a uma respiração curta, ineficiente. A respiração é também uma renovação da energia vital, assim devemos manter o diafragma “bem treinado”, como qualquer outro músculo do corpo.

Vamos praticar?

Ano novo, vida renovada.

Abraços,

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